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Projetos

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DESCOBRINDO A ESTÉTICA DO OPRIMIDO

 

O projeto Descobrindo a Estética do Oprimido propõe um processo formativo de 30 horas/aula no método do Teatro do Oprimido e é especialmente pensado para profissionais da educação e das artes que tenham interesses na utilização do Teatro do Oprimido como ferramenta de diálogo em seus processos artísticos e pedagógicos. O projeto propõe uma intensa sensibilização e pretende oferecer mecanismos de democratização artística e de estímulo às potências criativas dos indivíduos, objetivando a expansão das capacidades estética e intelectual dos participantes. Em 2014, o NEXTO realizou o primeiro ano do projeto em quatro cidades pernambucanas e, agora, o Descobrindo a Estética do Oprimido – Ano II (2016-2017) percorrerá nove cidades pernambucanas, além de Brasília e São Paulo.

 

LAS MARIPOSAS

Um homem, uma mulher e muitas histórias. Amor? Dor. No Brasil, a cada quatro minutos uma mulher é vítima de agressão e, nos últimos dez anos, mais de 40 mil mulheres foram assassinadas.

A violência está bem mais perto do que a gente imagina. Ela está nas ruas e, muitas vezes, dentro da nossa própria casa. Las Mariposas conta histórias reais de mulheres que sofreram opressão, costuradas uma a uma num espetáculo teatral que aborda a céu aberto a violência muitas vezes silenciada.

O espetáculo surgiu como fruto do desejo da atriz Andrea Veruska e do ator Wagner Montenegro de retratar a situação de violência contra as mulheres em Pernambuco. No ano de 2015, Las Mariposas percorreu 12 comunidades da Grande Recife, algumas delas registravam os maiores índices de violência contra a mulher da Região Metropolitana.

PESQUISA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

 

Esta pesquisa tem como foco o tema da violência de gênero e, além de buscar dar visibilidade sobre esta questão, busca promover reflexões sobre a cultura machista e patriarcal brasileira, tomando como vetor de transformação social e cultural as experiências estéticas do teatro de rua e do Teatro do Oprimido.
Iniciada no ano de 2013, a pesquisa Violência de Gênero: da opressão à transformação social através do diálogo culminou, no ano de 2015, com a montagem do espetáculo de teatro de rua Las Mariposas, que trata, especificamente, sobre a violência contra a mulher e foi construído a partir da investigação sobre a história de vida de mulheres pernambucanas que sofreram algum tipo de violência ao longo de suas vidas. No ano de 2017, o NEXTO, junto com as artistas convidas Iara Sales e Maria Agrelli, dão continuidade aos estudos e experimentações sobre a temática da violência de gênero através da pesquisa teórico-prática Do gênero performativo às performatividades de gênero no teatro de rua sob a orientação da performer Flávia Pinheiro.

TEATRO NA PRISÃO

No ano de 2016, o NEXTO realizou o projeto Teatro na Prisão: Conexão Brasil e Estados Unidos que proporcionou o intercâmbio artístico do NEXTO com o Phoenix Players TheatreGroup – PPTG, grupo de teatro formado por os detentos na Prisão de Segurança Máxima de Auburn (AuburnMaximum Security Prison), uma das mais antigas prisões do Estado de Nova York e facilitado porprofessores de teatro da Universidade de Cornell e da IthacaCollege, em Ithaca, NY, Estados Unidos. Este projeto foi a primeira ação do NEXTO para um planejamento de ações para os próximos anos que terá como foco os dispositivos artísticos do Teatro do Oprimido nas prisões.

A COLEIRA

A coleira foi uma intervenção urbana realizada por Andréa Veruska e Wagner Montenegro pelas ruas do Recife como parte do processo de construção do espetáculo Las Mariposas. Nela, o ator Wagner Montenegro caminhava puxando a atriz Andréa Veruska por uma coleira amarrada ao pescoço, mas ninguém nas ruas tinha o conhecimento de que aquilo era teatro. Tratava-se da experiência instigar a discussão sobre a violência contra a mulher e de observar como as pessoas reagiriam ao ver uma situação de violência tão explícita no cotidiano da cidade. Essa técnica se chama Teatro Invisível e faz parte do conjunto de técnicas do Teatro do Oprimido.

LAÇO BRANCO

O filme Laço Branco, coproduzido pelo Instituto PAPAI, foi construído a partir da inserção do espetáculo Las Mariposas em seis comunidades recifenses. Este documentário elabora um retrato sobre as percepções das pessoas acerca da violência contra a mulher na Região Metropolitana do Recife a partir da relação estabelecida com o espetáculo. Dirigido por Wagner Montenegro e Sirley Vieira, este filme tem o objetivo de contribuir em ações que encorajem homens e mulheres no enfrentamento da violência contra a mulher.