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Sobre nós

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Desde 2003, Andréa Veruska e Wagner Montenegro pesquisam e experimentam o Teatro do Oprimido. Iniciaram juntos os estudos sobre o método no Pressão no Juízo, grupo teatral que tinha o Teatro do Oprimido como raiz forte. Esse grupo encerrou suas atividades em Recife; seguiu para Natal, mas Veruska e Wagner continuaram o trabalho. De 2008 a 2011 seguiram muitas vezes sozinhos, outras juntos, multiplicando o Teatro do Oprimido ou estudando um pouco mais sobre ele. Só então, em 2012, tiveram a ideia de fundar um núcleo que os permitissem investigar, praticar, estudar e experimentar o Teatro do Oprimido.

 

Daí surgiu o NEXTO, nome que se origina a partir do desejo de criar em Pernambuco um Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido. No NEXTO, Veruska e Wagner realizam trabalhos de arte/educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética, pesquisa e criação artística.

Sobre o Método

 

O Teatro do Oprimido (TO) é um método estético criado pelo carioca Augusto Boal (1931-2009) e praticado por inúmeras pessoas e grupos teatrais ao redor do mundo para estimular a discussão e a participação popular em questões que revigoram as desigualdades sociais. O TO é um grande complexo de técnicas teatrais que tem como substância essencial o fato de que a linguagem artística é a linguagem humana por excelência. Toda a humanidade tem, portanto, a potência e o direito de fazer arte, a sua arte. Como pensava Boal, “ser humano é ser artista”.

 

A poética do oprimido faz uso da arte teatral com o objetivo de transformar a existência humana e reacender nos indivíduos a sua capacidade criativa.
É desta forma que o método se configura como uma eficiente ferramenta de democratização artística e oferece às cidadãs e aos cidadãos o direito de fazer arte, valorizando os saberes, os conhecimentos e as experiências dos indivíduos no cotidiano das comunidades.

Andréa Veruska

Atriz e arte/educadora formada no Curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2007) com especialização em Arte/educação pela Universidade Católica de Pernambuco (2011). Como arte/educadora, ministrou cursos para a Associação Pernambucana das Profissionais do Sexo (APPS), as prefeituras de Santa Cruz de Capibaribe e de Olinda, o Espaço Criança Esperança de Jaboatão, o Movimento Pró-criança, entre outros.
Como atriz, participou dos seguintes espetáculos: O círculo de giz caucasiano (2003), direção de João Denys; Luzia no caminho das águas (2006), dirigido por Eron Villar e Alexsandro Souto Maior; O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas (2010) e De Íris ao arco-íris (2013), ambos encenados por Jorge de Paula. Em 2015, estreou a peça Las Mariposas, com encenação de Maria Agrelli. E atuou no seriado Fim do Mundo, dirigido por Hilton Lacerda.

Wagner Montenegro

Cientista Social, ator e arte/educador, graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (2013), com estudos em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa, Portugal (2012). Desde 2004 trabalha em espaços e projetos socioculturais de desenvolvimento e participação comunitária na Região Metropolitana do Recife. Recebeu formações da equipe de Curingas do Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro – CTO-Rio e do Augusto Boal. Foi multiplicador do Teatro do Oprimido pela ONG Pressão no Juízo – Centro de Estudos, Pesquisas e Ações em Teatro, Arte/Educação e Cultura por quatro anos. Atualmente desenvolve ações como roteirista e documentarista, tendo participado da pesquisa, criação e finalização dos filmes Pai Não é Visita e Laço Branco, do Instituto PAPAI. Integra o elenco do espetáculo Deixa Ser Eu, da Hazzô e Las Mariposas, do NEXTO.